Depressão e o que é necessário para recuperar a luz do ser – Drª Marcia Tornavoi

Desde o início da pandemia pelo covid-19, o mundo vem atravessando fortes transformações. O isolamento social instituído como estratégia única para desacelerar a disseminação do vírus, chacoalhou nossas emoções e a forma com que nos relacionamos com a vida, e deixou muita gente sem rumo.
Agora imagine aquelas pessoas que já viviam em isolamento social, não por determinação sanitária da ONU, mas por dificuldade de sair de um buraco profundo em que já estavam vivendo, muitas vezes, há meses ou anos.
É para estas pessoas, e para aquelas que vivem ao seu redor, sem se dar conta de que podem ajudar, que este alerta abaixo foi criado, por Maria Popova, de forma tão delicada e sutil. 


Os raios quentes da esperança e da cura entram no interior da câmara de chumbo escura da solidão através das rachaduras inesperadas da bondade.

“Às vezes é preciso simplesmente suportar um período de depressão pelo que se pode apreender de iluminação, se pudermos viver através dela, atento ao que ela expõe ou exige”, escreveu o poeta May Sarton enquanto contemplava a cura para o desespero em uma estação escura do espírito. Mas o que é preciso para pegar este precário instante na direção da luz? Quando estamos naquele lugar escuro e oco, aquele lugar de solidão e isolamento, quando a garoa cinzenta de horror induzida pela depressão assume a qualidade da dor física,  o que é preciso para viver o horror e o vazio do outro lado, olhar para trás e suspirar incrédula, com a poeta Jane Kenyon: “O que me machucou tão terrivelmente … até esse momento?”

 

 

Durante uma recente temporada sombria do espírito, uma querida amiga me deu a história mais maravilhosa, que dá esperança e reumaniza: alguns anos antes, quando um colega dela – outro físico – estava passando por essa época, ela deu-lhe uma muda de amarílis em um pequeno vaso; o efeito que teve sobre ele foi inesperado e profundo, como sempre é o efeito de gentilezas não calculadas – profundas e abrangentes, do mesmo modo que um pedregulho de gentileza ondula círculos de brilho cada vez maiores. Quando a luz voltou lentamente à sua vida, ele decidiu dar uma aula sobre a física da animação. E assim é que uma de suas alunas, Emily Johnstone, veio fazer Bloom -um curta-metragem de animação comovente, traçando a partir do pequeno gesto pessoal uma metáfora universal de como sobrevivemos às mais densas trevas privadas, em consonância com a insistência de Neil Gaiman de que “às vezes é preciso apenas um estranho, em um lugar escuro… para nos aquecer na estação fria.”  

Fonte: https://www.brainpickings.org/

É preciso unir forças e encontrar parceiros nestes momentos de dor e depressão. O isolamento pode ser rompido. Procure ajuda!

Drª Marcia Tornavoi – Médica Nutróloga e Homeopata Bio-FAO.             CRM 58771             RQE 40397

São Paulo 11 3813-2261     

       São Paulo 11 988483218

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Dra Márcia Tornavoi 
Nutróloga e Homeopata

Graduada pela Faculdade de Medicina Estadual de São Jose do Rio Preto S.P. (FAMERP).

Membro da ABRAN (Associação brasileira de Nutrologia).

Titulo de especialista pela AMB/ABRAN. RQE 40397

Membro do Instituto de Homeopatia BioFAO

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