Drª Márcia Tornavoi
Médica Nutróloga
CRM 58771
RQE 40397

Drª Márcia Tornavoi 
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A baixa ingestão de vitamina C está associada a disfunção pulmonar – Drª Marcia Tornavoi

A baixa ingestão de vitamina C está associada a disfunção pulmonar

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A vitamina C ou ácido ascórbico é um nutriente essencial oriundos da dieta que está envolvido na síntese de colágeno e nos mecanismos de defesa do organismo. É um dos nutrientes antioxidantes mais abundantes no fluido extracelular do pulmão, estando relacionado com o funcionamento saudável do mesmo.

Os níveis de ingestão recomendados é de aproximadamente 200 mg por dia, mas a dose correta depende de características individuais, como idade, peso e sexo e doença a ser tratada.  Indivíduos que tomam vitamina C têm 70% menos chance de contrair doenças respiratórias crônicas, como asma e bronquite, do que aqueles que não o fazem.

Os fumantes, no entanto, podem precisar de três vezes mais vitamina C do que os outros, pois o cigarro diminui a vitamina C na corrente sanguínea. Indivíduos que fumam devem acrescentar 25 mg/dia de vitamina C por cigarro. Alguns trabalhos também sugerem que grandes doses de vitamina C podem ajudar a prevenir danos nos pulmões causados pela fumaça de cigarro.

Como a vitamina C é muito sensível à luz, ao oxigênio e às altas temperaturas, o ideal é utilizar pouca água para cozinhar os alimentos. Colocar o alimento com a água fervendo para diminuir o tempo de cozimento. Dê sempre preferência aos alimentos “in natura”, frescos e orgânicos. A terapia de sucos crus pode ajudar a tratar com sucesso a asma e a bronquite. Os  melhores alimentos naturais ideais para sucos, de preferência orgânicos, são: damasco, limão, abacaxi, pêssego, cenoura, rabanete e aipo.

PRINCIPAIS FUNÇÕES DA VITAMINA C

· Fortalece os capilares sanguíneos.
· É extremamente importante em tratamentos antialérgicos.
· Ajuda a fortalecer o sistema imunológico.
· É excelente na prevenção de gripes e infecções.
· Atua no organismo como um poderoso antioxidante
.Varre radicais livres, combatendo o envelhecimento da pele e nutre as células
. Participa de diversos processos metabólicos como a síntese de colágeno
.Aumenta a absorção do ferro (Origem vegetal: feijão, espinafre, couve), prevenindo a anemia
· Dá resistência aos ossos e dentes.
. Ajuda na cicatrização, recuperação de fraturas e contusões e sangramento de gengivas.

· Atua no metabolismo de alguns aminoácidos, etc.

SINAIS DE CARÊNCIA DA VITAMINA C

. Ficar marcado com uma mancha roxa na pele sempre que esbarrar em algo pode ser um sintoma causado pela falta de vitamina C no organismo.
· Estar mais propenso ao desenvolvimento de doenças, como gripes e resfriados,
· Gengivas sensíveis que sangram ao escovar os dentes,
· Hemorragia nasal mais frequente
· Astenia (fraqueza orgânica)
· Apatia, ficar sem vontade de fazer nada
· Ora depressão, ora ansiedade
· Cicatrização lenta das feridas
· Aparecimento de pequenas varizes
. Baixa resistência a infecções

PRINCIPAIS FONTESDE VITAMINA C

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Frutas frescas (laranja, limão, tomate abacaxi, mamão papaia, goiaba, manga, caju, acerola, kiwi, morango, goji berry, cranberry, lichia), e vegetais frescos (repolho, brócolis, couve-de- bruxelas couve-flor, espinafre, pimentão).

Uma alimentação colorida e variada, através da ingestão de cinco porções diárias de frutas, verduras e legumes pode garantir as recomendações mínimas das vitaminas e minerais. A  suplementação deve ser feita com orientação medica.


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Como envelhecer com saúde – Drª Marcia Tornavoi

Trabalhar para envelhecer com saúde é uma tentativa deliberada de intervir no declínio natural do corpo que acontece com a idade. É uma busca constante de caminhos e motivações que levem ao bem-estar físico, mental e espiritual. O objetivo é desacelerar, parar ou até mesmo, reverter algumas das mudanças que ocorrem com a idade.

Ao seguir uma estratégia para envelhecer com saúde e longevidade como estilo de vida, você pode começar uma viver com mais saúde seguindo passos alguns passos:

Algumas ações:

  • Controlar o nível de açúcar no sangue
  • Manter as articulações saudáveis ​​e sem dor
  • Gerir o stress sem medicação
  • Manter a saúde do coração sem drogas tóxicas
  • Controlar o colesterol e os triglicerídeos
  • Manter os intestinos saudáveis e funcionais
  • Ter um perfil hormonal jovem naturalmente
  • Cuidar da hidratação e qualidade da pele
  • Exercitar-se para manter a forma e/ou perder de peso
  • Dormir naturalmente com qualidade de sono
  • Olhar-se e sentir-se mais jovem do que a sua idade real

Para isso é preciso escolher aliados terapêuticos e orientações corretas de como ter uma vida mais longa, saudável e feliz tanto para si como para seus entes queridos.

Flores e agua

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Dra. Marcia Tornavoi
Nutróloga Homeopata
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Qualidade de Vida – Drª Marcia Tornavoi

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Qualidade de Vida  – Atualmente o termo é utilizado pela população em geral, por jornalistas, políticos e executivos, e, também, em pesquisas ligadas a várias especialidades como sociologia, medicina, enfermagem, psicologia, economia, geografia, história social e filosofia.

Em função de sua natureza abstrata tem significados diferentes, para diferentes pessoas, em locais e situações diferentes. Por isto são múltiplos os conceitos de qualidade de vida.

Embora não haja consenso existe um “universal cultural” de qualidade de vida, isto é, que independente de nação, cultura ou época, é importante que as pessoas se sintam bem psicologicamente, possuam boas condições físicas e sintam-se socialmente integradas e funcionalmente competentes (BULLINGER, 1993).


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A Organização Mundial da Saúde organizou um projeto colaborativo multicêntrico para criar um instrumento que avaliasse qualidade de vida dentro de uma perspectiva genuinamente internacional. O resultado deste projeto foi a elaboração do WHOQOL-100, um instrumento de avaliação de qualidade de vida composto por 100 itens.Tais como satisfação, qualidade dos relacionamentos, realização pessoal, percepção de bem-estar, possibilidades de acesso a eventos culturais, oportunidades de lazer, entre outros, como a felicidade, solidariedade e liberdade. Com a intenção de, cada vez mais, dar vida aos anos, e considerar, além dos aspectos objetivos, também os aspectos subjetivos do tema.  


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O que é Homeopatia – Drª Marcia Tornavoi

“Quando o indivíduo adoece, inicialmente, é apenas a força vital que sofre o desvio imposto pela influência dinâmica do agente mórbido hostil à vida. É unicamente o princípio vital perturbado que pode dotar o organismo de sensações desagradáveis e incliná-lo às manifestações irregulares que chamamos doença. Porém, como a força vital é invisível e reconhecível. Somente por seus efeitos no organismo, sua perturbação mórbida só pode revelar-se através de manifestações anormais das sensações e funções nas partes do corpo que são acessíveis aos sentidos do observador e do médico”.

§ 11 do Organon da Arte de Curar sobre o processo de adoecer (HAHNEMANN, 1810).

A Homeopatia é uma forma de tratamento criada pelo médico sanitarista alemão Samuel Hahnemann há cerca de dois séculos. Baseia-se na “lei dos semelhantes” observada anteriormente por Hipócrates e por Paracelso.

No inicio das suas pesquisas em 1790. Resolveu que a melhor forma de esclarecer as variadas ações no organismo, de determinadas substâncias, seria experimentá-las para verificar e identificar todos os seus efeitos. Dessa forma, ele mesmo experimentou e observou que,  quando administradas sem nenhuma diluição a indivíduos sensíveis, mas saudáveis, aquelas diferentes substâncias produziam sintomas semelhantes aos que apresentavam os enfermos que se pretendia curar.

Todas as substâncias que ele estudou não só se mostraram eficazes contra as doenças que apresentavam manifestações semelhantes às suas patogenesias, como também desenvolveram uma eficácia toda particular, muito mais direta, mais rápida e mais radical que todos os outros medicamentos até então empregados contra aquelas mesmas doenças.

Hahnemann repetiu essas experiências durante 15 anos para posteriormente publicar seu primeiro tratado com o título de “Fragmenta de Viribus Medicamentorum Posltivis”, que continha os efeitos dos medicamentos que ele havia experimentado até aquele momento, e um segundo tratado, intitulado “Medicina da experiência, onde expunha toda uma nova doutrina médica, na qual estabelecia regras fixas e invariáveis para uma terapêutica metódica e racional.

Portanto, a teoria homeopática não surge de construtivismos teóricos bem-intencionados e sim da experimentação repetida de diferentes substâncias em homens saudáveis, experimentações essas gerenciadas por um médico criterioso, ético e observador.

Os pilares desse modelo médico são:

  • a experimentação no homem são
  • a utilização da lei da semelhança para a cura
  • a dose mínima (diluida e dinamizada)
  • o remédio único

O último pilar só é considerado pelos homeopatas unicistas, já que os homeopatas pluralistas usam vários medicamentos simultaneamente.

  Fonte: Livro Medicina Biodinâmica


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O que é Nutrologia – Drª Marcia Tornavoi

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Nutrologia é uma Especialidade Médica, que estuda pesquisa e avalia os nutrientes nos alimentos, na alimentação e no nosso organismo, tanto em condições de saúde como de doença.

Envolve a fisiopatologia, o diagnóstico, a prevenção e o tratamento das doenças nutrológicas, aquelas em que a dieta é a única ou uma das principais formas terapêuticas.

Tem relação com a oferta adequada de nutrientes e fitoquímicos ao organismo, assumindo um papel importante na redução de risco de doenças crônicas não-transmissíveis, principais causas de morte nos dias de hoje, como a obesidade, a hipertensão arterial, o diabetes mellitus e o câncer.

ABRAN – Associação Brasileira de Nutrologia http://www.abran.org.br

A Nutrologia é diferente das especialidades que tratam de órgãos ou sistema específicos.

Os médicos nutrólogos precisam conhecer as funções bioquimicas e as ações fundamentais dos nutrientes em todos os sistemas do organismo, para orientar as necessidades nutricionais durante a gestação, o crescimento e todo o desenvolvimento do paciente, assim como prevenir as doenças e garantir a saúde.


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Vitamina D e a prevenção de quedas em idosos – Drª Marcia Tornavoi

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A fraqueza muscular é um sintoma comum que se apresenta na deficiência de vitamina D. A medida que envelhecemos, nossos músculos perdem receptores de vitamina D, o que ajuda a explicar a perda de força muscular.

Na verdade, o status da vitamina D parece predizer o declínio no desempenho físico, à medida que envelhecemos. Os níveis mais baixos estão ligados a um desempenho mais pobre.

Em ensaios controlados com suplementos aleatórios de vitamina D versus pílulas de açúcar foi observado que: Homens e mulheres mais velhos obtém proteção significativa contra quedas com o aporte de vitamina D, especialmente entre aqueles que estavam com níveis mais baixos. Estes resultados levaram a Sociedade Geriátrica Americana a recomendar suplementação de vitamina D para aqueles idosos com alto risco de quedas.

Ensaios clínicos randomizados descobriram que a vitamina D estimula a força muscular global, particularmente nos quadris, que são importantes para a prevenção de quedas.  A suplementação de vitamina D levou a uma melhora do equilíbrio, mostrando assim que também tem efeito neurológico, ou mesmo cognitivo.

Outros estudos revelaram que homens e mulheres mais velhos, que param de andar quando começam uma conversa, têm alto risco de sofrer uma queda. Durante um período de seis meses destes estudos, 80% daqueles que pararam quando uma conversa foi iniciada acabaram caindo.

Outros grupos de alto risco que devem complementar a vitamina D incluem aqueles que já caíram uma vez, ou são instáveis, ou aqueles com uma variedade de problemas do coração, cérebro, pressão arterial e uso de drogas que possam aumentar o risco de queda. Há também um teste chamado “Get-Up-and-Go”, que qualquer um pode fazer em casa. Medir, quanto tempo você demora para se levantar de uma poltrona, andar 3 metros, virar-se, caminhar de volta e sentar-se.” Se demorar mais de dez segundos, então você pode estar em  risco.

Vitamina D quando você deve tomar?

A Sociedade Americana de Geriatria recomenda um total por dia com base em um raciocínio que deve abranger cerca de 90% das pessoas: O nível de vitamina D no sangue tem que ser idealmente de 50 e 70 ng/ml. Você deve dosar e pedir ao seu Médico Nutrólogo para repor o valor adequado, caso seja necessário.

Não é recomendado o uso de megadose mensal ou anual

Vitamina D pode melhorar o desempenho físico, reduzir a dor crônica e melhorar o humor, tanto que o paciente começa a se movimentar mais e, assim, aumentar o risco de queda. Com uma dose enorme de Vit D, começa uma explosão no funcionamento físico, mental e social, e pode levar tempo para que o controle motor recupere o atraso com a sua função muscular melhorada. Seria como dar a alguém um carro esportivo de repente, quando eles estão acostumados a conduzir um carro 1.0.  A recomendação é começar devagar. Doses anormalmente altas possam, inclusive, danificar os músculos.

A  suplementação de vitamina D diária em doses adequadas pode ajudar e muito, porém, a evidência mais forte e consistente para a prevenção de quedas sérias é o exercício físico.

Conclusão: Suplementar e se exercitar é a maneira adequada de prevenir as quedas.

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Fontes:    Efeitos da vitamina D sobre a força muscular esquelética, a massa muscular e a força muscular: uma revisão sistemática e meta-metabólicas,Análise de ensaios clínicos randomizados. J Clin Endocrinol Metab. 2014 Nov; 99 (11): 4336-45.[https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25033068]

Girgis CM. Vitamina D e função muscular no idoso: o elixir da juventude? Curr Opin Clin Nutr Metab Cuidados. 2014 Nov; 17 (6): 546-50.[https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25181259]

LeBlanc ES, Chou R. Vitamina D e queda-ajuste de novos dados com as orientações atuais. JAMA Intern Med. 2015 May; 175 (5): 712-3.[https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25799014]

Muir SW, Montero-Odasso M. Efect of vitamin D supplementation on muscle strength, gait and balance in older adults: a systematic review and meta-analysis. J Am Geriatr Soc. 2011 Dec;59(12):2291-300. [https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22188076]

Sakalli H, Arslan D, Yucel AE. The efect of oral and parenteral vitamin D supplementation in the elderly: a prospective, double-blinded, randomized, placebo-controlled study. Rheumatol Int. 2012 Aug;32(8):2279-83. [https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21556746]

Lundin-Olsson L, Nyberg L, Gustafson Y. “Stops walking when talking” as a predictor of falls in elderly people. Lancet. 1997 Mar 1;349(9052):617. [https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/9057736]

Annweiler C, Beauchet O. High-dose vitamin D repletion-related falls and fractures: an uncontrolled mobility gain? Biofactors. 2010 Nov- Dec;36(6):407. [https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20848557]

Bischo Ferrari HA. Relevance of vitamin D in muscle health. Rev Endocr Metab Disord. 2012 Mar;13(1):71-7. [https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22020957]

Bleicher K, Cumming RG, Naganathan V, Blyth FM, Le Couteur DG, Handelsman DJ, Waite LM, Seibel MJ. U-shaped association between serum 25-hydroxyvitamin D and fracture risk in older men: results from the prospective population-based CHAMP study. J Bone Miner Res. 2014 Sep;29(9):2024-31. [https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24677358]

Uusi-Rasi K, Patil R, Karinkanta S, Kannus P, Tokola K, Lamberg-Allardt C, Sievänen H. Exercise and vitamin D in fall prevention among older women: a randomized clinical trial. JAMA Intern Med. 2015 May;175(5):703-11. [https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25799402]

Montgomery JL, King MB, Gentry JG, Barham AR, Barham BL, Hilton GG, Blanton JR Jr, Horst RL, Galyean ML, Morrow KJ Jr, Wester DB, Miller MF.

Supplemental vitamin D3 concentration and biological type of steers. II. Tenderness, quality, and residues of beef. J Anim Sci. 2004 Jul;82(7):2092-104. [https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/15309957]

Dawson-Hughes B, Harris SS. High-dose vitamin D supplementation: too much of a good thing? JAMA. 2010 May 12;303(18):1861-2. [https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20460627]

American Geriatrics Society Workgroup on Vitamin D Supplementation for Older Adults. Recommendations abstracted from the American Geriatrics Society Consensus Statement on vitamin D for Prevention of Falls and Their Consequences. J Am Geriatr Soc. 2014 Jan;62(1):147-52. [https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24350602]

Sanders KM, Stuart AL, Williamson EJ, Simpson JA, Kotowicz MA, Young D, Nicholson GC. Annual high-dose oral vitamin D and falls and fractures in older women: a randomized controlled trial. JAMA. 2010 May 12;303(18):1815-22. [https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20460620]


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Dieta sem glúten é modismo? Certamente não, para os que tem algum grau de sensibilidade a ele – Drª Marcia Tornavoi

Muitos pacientes, familiares, amigos assim como eu, sofrem dores e outros sintomas relacionados à sensibilidade ao glúten e  estão sendo apontados como seguidores de modismo alimentar.  Afinal, qual é a explicação para sensibilidade ao Glúten?

Glúten é uma mistura de proteínas (gliadina, glutenina, albumina e globulina) e representa de 7 a 15% da composição total das sementes de cereais da família das gramíneas, como o trigo, cevada, triticale e centeioA aveia, não contém glúten, mas normalmente são processadas em fábricas e moinhos que também processam cereais que contém esta substância, causando assim a contaminação da aveia pelos resíduos de glúten.

Para entender as novas pesquisas sobre a sensibilidade ao glúten, primeiro é importante entender as duas doenças induzidas pelo glúten: a doença celíaca e a alergia ao trigo. As duas doenças envolvem o sistema imune.

  1. Na doença celíaca, a presença de glúten no intestino delgado dispara uma resposta do sistema imune adaptativo, a parte do sistema imune que reage a invasores específicos com a produção de anticorpos. A reação imune indesejada acaba levando o corpo a atacar suas próprias células saudáveis que forram o intestino delgado. Um das razões para a ocorrência dessa resposta indesejada é que indivíduos com doença celíaca têm um aumento da permeabilidade intestinal. O intestino delgado normalmente é revestido por junções de células firmes; mas, em pessoas com doença celíaca, a adesão celular não se sustenta. Fragmentos de glúten podem escapar por essas lacunas e provocar uma resposta imune adaptativa que danifica o tecido intestinal.
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Nos últimos anos, os cientistas têm estudado a relação entre a doença celíaca e doenças autoimunes para descobrir se existe uma relação causal ou um fator comum envolvido nestas doenças. Eles encontraram pacientes com doença celíaca, diabetes tipo 1, esclerose múltipla, artrite reumatoide e doença inflamatória intestinal, todos têm uma quantidade anormal de permeabilidade no intestino delgado. Pensa-se que esta permeabilidade se relaciona com uma molécula secretada pelo intestino, a Zonulina, que regula a passagem de moléculas fluidas, grandes e células imunes entre os compartimentos do corpo. Em doentes com doença celíaca e algumas outras doenças autoimunes, níveis elevados de Zonulina aumentaram a permeabilidade do intestino delgado. Em doentes com doença celíaca, o aumento da secreção de Zonulina é devido à exposição ao glúten.

Acomete cerca de 1% da população e quase todos os pacientes comportam os genes HLA-DQ2 ou HLA-DQ8, ou ambos.

Os sintomas clínicos variam de acordo com a faixa etária.

Crianças pequenas costumam apresentar: diarreia, distensão abdominal e problemas de desenvolvimento. Vômito, irritabilidade, falta de apetite e mesmo prisão de ventre são sintomas que podem fazer parte do quadro.

Na puberdade e adolescência pode ocorrer: anemia, baixa estatura e sintomas neurológicos.

Nos adultos, a apresentação clássica é de crises de diarreia acompanhadas de dor e desconforto abdominal. A diarreia, no entanto, nem sempre é o sintoma dominante, há outros mais silenciosos como: a anemia por de deficiência de ferro, osteoporose, emagrecimento, dermatites, redução dos níveis de cálcio, alterações hepáticas, sintomas neurológicos e prisão de ventre.

A prevalência é de duas ou três mulheres para cada homem. É uma das poucas doenças autoimunes em que o agente precipitante é conhecido: o glúten. É uma doença crônica que exige a eliminação total de glúten da dieta por toda a vida.

  1. A alergia ao trigo, também é mediada em parte pelo sistema imunológico adaptativo. Nessa doença, o glúten induz a síntese de anticorpos IgE que provocam uma inflamação. A inflamação pode provocar desconforto local.

É desencadeada não só pela ingestão de comidas e bebidas que têm o trigo como ingrediente, mas também pela inalação de farinha em suspensão no ar.

É mais comum em bebês e crianças pequenas, que ainda estão desenvolvendo seus sistemas imunológicos e digestivos. Ela tende a desaparecer conforme elas crescem, mas adultos também podem vir a desenvolver a doença.

Alguns de seus sintomas são parecidos com os da doença celíaca, como cólicas estomacais ou diarreia. A diferença é que a alergia não causa dano intestinal, como ocorre na doença celíaca. Enquanto a doença celíaca prejudica gradualmente o intestino, a alergia ao trigo tem sintomas quase instantâneos. Quando um alérgico ingere um alimento que contenha esse cereal, ele logo sente coceira na pele, irritação ou inchaço na boca ou na garganta ou dor de cabeça. Também é comum que seu nariz comece a escorrer e que ele comece a espirrar.

Em casos mais graves – e raros –, essa alergia pode levar ao fechamento da glote e à anafilaxia, uma reação que pode ser fatal. Nesses casos, a pessoa sente a garganta inchar ou apertar, dores no peito, dificuldade severa para respirar e engolir, taquicardia e tontura.

O diagnóstico da alergia ao trigo geralmente é feito por meio de um teste de alergia realizado na pele. Também pode ser necessário fazer exames de sangue.

O tratamento é parecido com o da doença celíaca: os alérgicos devem suspender o consumo de trigo, apesar de estarem liberados para consumir centeio e cevada. Em alguns casos, eles podem até voltar a comer trigo (os celíacos, jamais).

Pessoas com sensibilidade ao glúten, por outro lado, não apresentam evidências para o tipo de reações imunes que ocorrem em pessoas com doença celíaca ou alergia ao trigo.

Então o que está provocando a sensibilidade ao glúten?

Algumas pesquisas recentes sugerem que o problema também está no sistema imune. No entanto, em vez de ser provocada pela porção adaptativa, acredita-se estar associada ao sistema imune inato.

O sistema imune adaptativo produz anticorpos específicos e personalizados.

O sistema imune inato não produz anticorpos que reconhecem invasores específicos. As células do sistema imune inato têm receptores conhecidos como TLRs que reconhecem grandes padrões presentes em grande variedade de invasores. Então, os TLRs disparam uma resposta inflamatória rápida.

Um estudo descobriu que pacientes sensíveis ao glúten tem maior expressão dos TLRs se comparado a pacientes do grupo de controle. Essa descoberta sugere o envolvimento do sistema imune inato.

Mas será que essa resposta imune é realmente provocada apenas pelo glúten contido nestes grãos?

Dados de outro estudo sugerem que uma outra família de proteínas do trigo pode ser a responsável. As proteínas inibidores de amilasetripsina ou ATIs  ativaram um tipo de TLR e provocaram uma resposta imune inata em células do sistema imune humano e em ratos vivos.

A quantidade de ATI no trigo sofreu um aumento dramático em anos recentes. Proteínas ATI naturalmente protegem o trigo de pragas.

Como o trigo é produzido para ser cada vez mais resistente a pragas, a quantidade de ATI também aumenta. Um aumento em ATIs pode explicar o que parece ser uma quantidade cada vez maior de pessoas sensíveis ao glúten.

Carboidratos do trigo, conhecidos como FODMAPs (acrônimo para carboidratos fermentáveis não absorvíveis) também foram implicados. Essas moléculas, no entanto, não provocam desconforto abdominal e outros sintomas devido a uma resposta imune. Em vez disso, a natureza não digerível desses carboidratos pode provocar retenção hídrica e produção de gás no intestino delgado, levando a inchaços.

Conclusão: A sensibilidade ao glúten não celíaca é uma expressão genérica que incorpora uma grande variedade de possíveis aspectos clínicos e podem ocorrem em 6% da população. Dentre as queixas mais frequentes estão: Sintomas gastrointestinais que incluem desconforto abdominal, distensão abdominal, dor, diarreia e prisão de ventre, ou uma variedade de sintomas extra intestinais, como: Dores de cabeça, enxaqueca, “mente nebulosa”, depressão, fadiga, dores articulares e musculares, e erupções cutâneas.

A tabela abaixo resume o espectro de distúrbios relacionados ao glúten.

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Com o aumento do consumo mundial de grãos, nós médicos recebemos diariamente nos nossos consultórios pacientes com distúrbios relacionados ao glúten e, apesar da sensibilidade ao glúten não celíaca ser uma entidade clínica reconhecida há pouco tempo e a sua fisiopatologia ainda não estar totalmente compreendida, a grande melhora clinica com a eliminação ou restrição do glúten da dieta destes pacientes fala a por si.

Consulte sempre um médico Nutrólogo para fazer alterações ou restrições a sua dieta. Coordenar e equilibrar as vitaminas, minerais, proteínas, enzimas e hormônios necessários para o bom funcionamento do organismo e uma tarefa bem mais complexa do que parece.

Os alimentos a base dos grãos citados acima, além das proteínas que compõe o glúten, têm na sua composição fibras que também são encontradas em inúmeros outros alimentos que não contem glúten como, por exemplo: Amêndoas, berinjela, banana verde, chia, linhaça, verduras e legumes em geral.

As fibras trazem benefícios para a saúde, ajudam a controlar a glicemia e triglicérides, aumentam a absorção de vitaminas e minerais, melhoram a flora intestinal deixando assim o sistema imunológico mais forte.

Observação importante: Glúten não é fibra. (Fibra dietética ou alimentar é um carboidrato não digerível presente em alimentos derivados de vegetais.

Ela tem dois componentes principais: A fibra solúvel que dissolve em água, é facilmente fermentada no cólon em gases e subprodutos fisiologicamente ativos, pode ser pré-biótica e viscosa. A insolúvel é eliminada no bolo fecal intacta). Não se deixe confundir com informações soltas da mídia.

Referências: 1.National Digestive Disease Information Clearinghouse , Celiac Disease Foundation, 2. Robert C. Dahl, MD, Apresentação na 23 ª Conferência Anual CSA, Setembro de 2000. 3. Ibid. 4.   Câmara Nacional de Informações sobre Doenças Digestivas . 6.   Mayo Clinic News , Junho de 2009. 6.   National Digestive Diseases Information Clearinghouse ,   Gluten Intolerance Group of North America , Alessio Fasano, Surpresas da doença celíaca, Estudo de uma doença potencialmente fatais desencadeada por alimentos descobriu um processo que pode contribuir para Muitos distúrbios auto-imunes, Scientific American, agosto de 2009. 7. Fasano em 37. 8. Fasano em 39. 9. Ibid. 10. Pekka Collin et. Al, Distúrbios Endocrinológicos e Doença Celíaca, Endocrine Reviews, 2002, p. 473. 11. Collin at 477. 12.  National Digestive Diseases Informação Clearinghouse. 13. Ibid. 14. Peter HRGreen e Rory Jones, Doença Celíaca: Uma Epidemia Escondida (New York, HarperCollins) 2006, páginas 48-49. 15. Kenneth Fine, MD, Enterolab Perguntas Freqüentes , 2006.


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Fibromialgia: Alimentação e recomendações eficientes-Drª Marcia Tornavoi

O que é Fibromialgia?

Fibromialgia é uma síndrome caracterizada por manifestações clínicas muito distintas entre si, tais como: Dor difusa, indisposição, fadiga, instabilidade de humor, cefaleia, alterações digestivas, síndrome do intestino irritável (SII), zumbidos, rigidez muscular, espasmos, entre outras.  Esta abrangência de sintomas geralmente dificulta o diagnóstico, o que pode retardar o tratamento.   Acomete com maior frequência as mulheres (80 a 90% dos casos), que podem apresentar, além dos sintomas já citados, dores durante as relações sexuais e endometriose; no entanto, homens e crianças também estão suscetíveis à síndrome. (Fonte: http://articles.mercola.com/fibromyalgia/what­is­fibromyalgia.aspx)

fibromialgia

 A dor é tida como principal sintoma relatado pelos pacientes – que muitas vezes têm dificuldade de apontar exatamente o lugar onde dói. Os locais mais recorrentes são a coluna vertebral, as cinturas pélvica e escapular, além da região anterior do tórax. É comum os pacientes se queixarem de uma dor difusa que “irradia” (“tudo dói”), de constante fadiga e de distúrbios do sono (insônia, vários despertares durante a noite, sono não reparador). Durante o exame clínico é necessário investigar 18 pontos dolorosos (tender points), propostos pelo Colégio Americano de Reumatologia, além de confirmar o relato de dor crônica e difusa por pelo menos três meses; solicitar exames físicos e laboratoriais; conhecer mais sobre a história e hábitos do paciente; descartar outras patologias que também causam dor crônica difusa. O paciente com fibromialgia normalmente sente dor em pelo menos 11 dos 18 pontos dolorosos. No entanto, a frequência e intensidade da dor, e os pontos afetados são instáveis, isso é chamado de dor “vai e vem”, que varia de acordo com o contexto em que o paciente está inserido e com os níveis de stress e pressão a que está submetido. (Fonte: http://www.moreirajr.com.br/revistas.asp?fase=r003&id_materia=4324)

Existem sintomas menos regulares, como a alodinia (sensibilidade do toque aumentada – às vezes um mero tapa nas costas pode provocar dor aguda), a parestesia (formigamento e dormência sem explicação, está relacionada à ansiedade) e os lipomas (nódulos que na maior parte das vezes são benignos, mas causam desconforto ao paciente).

O que provoca a fibromialgia?

  As causas da fibromialgia ainda são indeterminadas. Entretanto, por meio de estudos podemos inferir que existe, na verdade, uma combinação de elementos (físicos, psicológicos e neurológicos) no processo de adoecimento. Desequilíbrios químicos podem afetar a forma como o organismo processa a dor: há no líquido cefalorraquidiano (LCR) níveis de substância P (responsável pela transmissão dos impulsos de dor ao cérebro); nos pacientes diagnosticados com fibromialgia, os níveis dessa substância chegam a ser três vezes mais elevados, aumentando a sensibilidade à dor. Além disso, existem influências genéticas (pessoas com parentes próximos que apresentam fibromialgia têm mais chances de desenvolver a síndrome), problemas do sono e outros gatilhos, como lesões, cirurgias, eventos potencialmente estressantes, doenças como lúpus, artrite reumatoide e osteoartrite, que também podem desencadear a fibromialgia.   

A influência da alimentação

  Em estudo realizado na cidade de Paranapanema(SP) foi observado que os pacientes com fibromialgia consumiam pouca proteína vegetal (arroz integrallentilhagrão de bico ervilha), pouco peixe(quando consumiam, era preparado frito. Ao mesmo tempo faziam alta ingestão de cafeína – o que influenciaria em quadros de distúrbio do sono e alteração do humor.  Portanto além dos alimentos citados acima o paciente com Fibromialgia deve fazer uma ingestão maior de alimentos ricos em flavonoides, ômega 3 (presentes em abacatecastanhassementes de abóborade gergelim e de linhaçaquinoa entre outros), que atuam no equilíbrio homeostático, têm efeito anti-inflamatório e são antioxidantes. O espinafre e o amendoim fornecem nutrientes que atuam junto às vitaminas E e C, aumentando a produção de anticorpos e, consequentemente, fortalecendo a imunidade. Uma alimentação rica em frutas(como a banana, por exemplo) evegetais auxilia na saúde dos tecidos e reduz os riscos de doenças cardiovasculares, bem como os níveis de pressão arterial e a obesidade. Todos esses cuidados influenciam na maneira como o corpo reage à fibromialgia, dispondo de mais ou menos nutrientes para realizar processos químicos que combaterão os sintomas.(Fonte: Siena & Marrone (2010). Revista Saúde e Pesquisa, v.3, n.3, p.339-343)  

Dicas gerais para ajudar a se orientar

 ·       Manter um diário alimentar pode ser uma boa ideia. Anote tudo o que você come e tente relacionar qual alimento alivia os sintomas e qual provoca agravação.• Consumir uma dieta bem equilibrada é uma estratégia eficaz Idealmente, incluir frutas frescas e vegetais orgânicos, gorduras saudáveis (como coco e óleo de coco, abacate, azeite de oliva extra virgem e castanhas cruas), laticínios orgânicos e quantidades moderadas de proteína magra em suas refeições.Evite alimentos processados que são carregados com açúcar, gorduras trans e outros aditivos sintéticos que podem causar estragos no seu metabolismo.  Gorduras saudáveis ricas em Ômega 3 também são encontradas em abundância no salmão selvagem, sardinha, trutas, sementes de linhaça e nozes. Elas ajudam a reduzir a inflamação crônica subclínica do organismo além de serem benéficas para a saúde do coração. De acordo com um estudo de 2007, os pacientes que são diagnosticados com condições relacionadas com a dor, como artrite reumatoide e síndrome do intestino irritável (SII) tinha reduzido dor e rigidez matinal, bem como articulações menos dolorosas, após a suplementação com ômega3.Pacientes com fibromialgia também podem se beneficiar. • Evite adoçantes artificiais, especialmente o Aspartame. Eles podem exacerbar os seus sintomas porque podem estimular o receptor NMDA em seu sistema nervoso, fazendo você se sentir mais dor. Receptor NMDA aumentado é uma marca característica entre os portadores de fibromialgia, segundo estudo de 2006.• Evite alimentos, como glutamato monossódico (MSG), ele pode desencadear ou piorar os sintomas de dor. Ele funciona da mesma maneira como o Aspartame. Além de chips e outros lanches processados, MSG também é usado em alimentos congelados e pratos asiáticos (abundantemente).• Minimize o fermento e ingestão de glúten. Estas duas substâncias, muitas vezes aparecem juntas, especialmente em pães e outros produtos assados. No entanto, tome cuidado, pois levedura pode promover o crescimento excessivo de fungo em seu corpo, e pode exacerbar a dor articular e muscular. Enquanto isso, o glúten pode levar à intolerânciaalimentar, levando a doenças do estômago, problemas digestivos e um sem fim de doenças do espectro autoimune que também desencadeiam sintomas semelhantes aos da fibromialgia.• Berinjelas, tomates e pimentões. Eles podem desencadear crises de fibromialgia e outros tipos de artrite. No entanto, estes são alimentos nutritivos, por isso, se você pode consumi-los sem disparar nenhum sintoma, pode mantê-los em sua dieta.• Evite cafeína após as 14 horas. Muitos pacientes com fibromialgia cometem o erro de combater a fadiga com a cafeína, mas isso só pode exacerbar o problema. A cafeína pode provoca
r dores de cabeça, interferir no sono e causar mais cansaço. ·       Manter o peso sob controle. Excesso de gordura corporal pode esticar e colocar pressão adicional nas articulações, o que pode agravar os sintomas. Um estudo publicado na revista Clinical Rheumatology confirma isso, e afirma que pacientes com fibromialgia obesos realmente ficam melhor depois que perderam peso; sentiram menos dor, menos pontos sensíveis, e um sono mais reparador.  

Além do cuidado com a alimentação, dê atenção ao corpo.

 É comum que, durante o tratamento, sejam prescritos medicamentos como as drogas anti-inflamatórias, corticoides, assim como antidepressivos e relaxantes musculares. Contudo, é sabido que os medicamentos apresentam diversos efeitos colaterais (ganho de peso, inchaço, tontura, gastrite, entre outros. Por essa razão, é necessário não abusar dos medicamentos e buscar tratamentos alternativos e/ou complementares como: 

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  •  Homeopatia, fitoterapia, reposição e suplementação de nutrientes: restauram o equilíbrio energético e dão as células matérias primas adequadas para recuperação natural e espontânea sem agressões ao organismo.
  •  Massagem terapêutica: relaxante, reduz a frequência cardíaca, trabalha as articulações e amplia os movimentos. Ajuda também a diminuir os níveis de stress.
  •  Acupuntura: restaura o equilíbrio das forças vitais por meio da aplicação de finas agulhas em pontos específicos do corpo, estimulando o fluxo sanguíneo e os neurotransmissores.
  • Yoga e Tai chi: relaxantes, reduzem as dores, melhoram a qualidade do sono e o humor, combatem a ansiedade.
  • Óleos essenciais: óleos como o de lavanda, jasmim, camomila e manjerona ajudam a aliviar a dor e na qualidade do sono.
  • Exercícios leves: exercícios como caminhadas leves (de baixo impacto), alongamentos e atividades na piscina (como hidroginástica) promovem maior oxigenação do sangue e das articulações, aliviando as dores ocasionadas pela fibromialgia. No entanto, os exercícios devem ser feitos de maneira adequada, com algum tipo de acompanhamento e sem exigir demais do corpo (o que agravaria o quadro da dor).

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O que a Ciência diz sobre o impacto da frutose na saúde? – Drª Marcia Tornavoi

A frutose é um tipo de monossacarídeo (carboidrato) que faz parte de nossa alimentação. É popularmente conhecida como “açúcar das frutas”; entretanto, é encontrada também no mel, em cereais e vegetais. Além disso, as frutas possuem outros tipos de açúcares, como a glicose e a sacarose, o que torna a associação da frutose como o “açúcar das frutas” um tanto quanto equivocada.Ao longo dos anos, muito se tem estudado acerca do consumo de frutose, pois esse monossacarídeo está presente em grandes quantidades nos xaropes (principalmente no xarope de milho), usados em larga escala pela indústria de alimentos processados. A frutose realça o sabor dos alimentos e tem custos baixos: ambos os fatores são muito interessantes para a indústria, que abusa das quantidades da substância, sem se preocupar com os perigos que ela oferece à saúde. Podemos destacar sua presença em refrigerantesbiscoitos recheados, condimentos como o ketchupsalgadinhos, entre outros. 

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A dieta que consumimos interfere diretamente nos processos químicos que o organismo realiza e nos níveis de substâncias presentes em nossa corrente sanguínea.A forma como o corpo metaboliza a frutose é diferente de como metaboliza outros açúcares – no caso dela, o processo inteiro é administrado pelo fígado, que corre o risco de ficar sobrecarregado (estado semelhante aos malefícios do álcool ao órgão).Ao optar por uma dieta rica em alimentos processados, a quantidade de frutose ingerida trará dificuldades ao funcionamento do fígado, que terá de trabalhar mais, a fim de tentar metabolizar todos os excessos.Durante o metabolismo da glicose, por exemplo, o fígado tem de trabalhar apenas 20% do que precisaria trabalhar, caso o açúcar em questão fosse frutose.Por outro lado, o organismo se utiliza da energia da glicose com muito mais frequência; logo, ela é queimada com mais facilidade. Se a frutose não é aproveitada, acaba por se transformar em ácidos graxos livres, que se acumularão em pequenas gotas de gordura na região do fígado. (Fonte: Dr. Mercola – Açúcar pode ser ruim, mas este adoçante chamado frutose é muito mais mortal) 

Bons alimentos para a saúde do fígado

O primeiro passo para manter o fígado saudável é consumir bastante água durante o dia (2 a 3 litros), de modo que a urina tenha cor amarelo pálido. Os seguintes alimentos também trazem vários benefícios:

  • Vegetais folhosos verde-escuroscouverúculaagriãobrócolisespinafremostarda, entre outros, são ricos em enxofre, que auxiliam na desintoxicação do fígado;
  • Ovos: contêm altos índices proteicos (possuem os oito aminoácidos essenciais). A colina, encontrada na gema, ajuda na proteção do fígado;
  • Alho, cebola, alho-poró e cebolinha: também são ricos em enxofre;
  • Cogumelos: tais como shiitake, maitake e cogumelos reishi. Contêm substâncias antioxidantes, que atuam sobre os radicais livres;
  • Alcachofra: contém cinarina e silimarina, que são flavonoides importantes para a saúde do fígado. Além dos alimentos citados acima, abacatebagascarne bovina (de preferência, proveniente de gado alimentado com capim), peixesóleo de cocosementes de linhaça,cânhamochia e algas como a spirulina são importantes aliados do fígado. (Fonte: Dr. Mercola – A obesidade pode acelerar o envelhecimento do fígado)

A obesidade e os impactos sobre o fígado

A obesidade está associada a diversos quadros de adoecimento, como câncer e diabetes. É sabido que a obesidade influencia na aceleração do envelhecimento de alguns órgãos, sendo um deles o fígado. Estudos da Universidade da Califórnia demonstram que, comparando homens de diferentes pesos e mesma idade (alguns obesos e outros não), os homens obesos teriam o fígado até cinco anos mais velho do que os homens com peso normal. Ainda segundo estudos, a frutose pode ter um papel importante nesse processo de envelhecimento: indivíduos obesos tendem a consumir maior quantidade de alimentos com alto teor de frutose, o que sobrecarrega o fígado. A leptina, hormônio regulador do apetite, pode também estar sendo inibida.Quanto maior a quantidade de açúcar ingerida, mais o corpo pede por açúcar. O açúcar refinado é um dos grandes responsáveis por inibir a leptina no organismo e ainda bloquear a queima de gordura.Tudo isso interfere nos impactos sobre a saúde do fígado. Consumir chá de hibisco auxilia no emagrecimento; pequenas quantidades de café (em média, duas xícaras) ajudam a combater o desgaste e o envelhecimento hepático. (Fonte: Dr. Mercola – A obesidade pode acelerar o adoencimento do fígado)

  Prejuízos ao organismo relacionados ao excesso de frutose

 Estamos finalmente acordando para o fato indiscutível de que os açúcares são não iguais quando se trata dos resultados finais físicos que eles criam.           O corpo pode sofrer alguns desgastes e prejuízos devido ao excesso de frutose, entre eles estão:

  • Elevação da pressão arterial;
  • Diabetes tipo II;
  • Elevação de triglicérides e mau colesterol (LDL);
  • Doença hepática gordurosa não alcoólica;
  • Aumento dos níveis de ácido úrico, podendo culminar em gota;
  • Obesidade;
  • Lesões no tecido dos rins;
  •  Aterosclerose intracraniana (estreitamento e enrijecimento das artérias do crânio);
  • Aceleração de doenças renais crônicas;
  • Empobrecimento na absorção de algumas vitaminas e minerais, como o magnésio;
  • Artrite;
  • Alimentação de células cancerosas no organismo. (Fonte: Dr. Mercola – Frutose pode aumentar sua fome e levar a excessos)

 Os índices diários recomendados de frutose variam entre 15 a 25g. Algumas frutas, como o limão, têm pouquíssima frutose. Outras, no entanto, devem ser consumidas com moderação. É importante lembrar que, por mais que as frutas tenham frutose, elas contêm fibras e nutrientes importantes para o bom funcionamento do organismo. O ideal é que se coma frutas e beba sucos naturais sem grandes abusos, e que se evite o consumo de refrigerantes e outros produtos processados. De acordo com estudos, pequenas quantidades de frutose auxiliam no aceleramento da absorção de glicose no intestino e na melhora do desempenho muscular, quando associadas à prática de exercícios físicos.(Fonte: Dr. Mercola – A obesidade pode acelerar o envelhecimento do fígado)

          Abaixo as quantidades de frutose presentes nas frutas mais consumidas:

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(fonte: https://s3.amazonaws.com/s3.saudecuriosa.com.br/2015/Dec/afrutose-1449066692157.jpg)Outras recomendações       Evitar os lanches noturnos pode ser uma boa estratégia para cuidar da saúde. O ideal é que não se consuma nenhum alimento pelo menos três horas antes de dormir. Isso diminui os níveis de açúcar no sangue e contribui para que o corpo entre em um processo de queima de gordura. Boas noites de sono somadas à boa alimentação ajudam o organismo a manter o metabolismo regulado.         Outra estratégia é a do jejum intermitente, que consiste em alternar momentos de alimentação e jejum, visando ao emagrecimento e à otimização do ciclo circadiano. Entretanto, é necessário um acompanhamento médico e nutricional para que não haja qualquer tipo de dano à saúde. Mulheres grávidas e crianças não devem praticar o jejum intermitente. (Fonte: Dr. Mercola – Consumir açúcar pode aumentar sua fome e levar a excessos) Caso haja o desejo de consumir algum tipo de adoçante, deve-se evitar xarope de agave, adoçantes artificiais e bebidas prontas; no entanto, existem algumas alternativas:·       A erva stevia, hoje comumente encontrada em lojas de fitoterápicos e também em supermercados;·       Açúcar de cana orgânica, com moderação;       Mel orgânico cru, também com moderação. 

Fazer uso de suplementos nutricionais assim como de homeopatia e fitoterápicos com orientação medica pode fazer grande diferença na recuperação dos estragos metabólicos causados pela ingesta de frutose em excesso. Reverter quadros em andamento pode evitar que uma doença se instale de fato.


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Hipotireoidismo – Alimentação adequada e outras orientações importantes – Drª Marcia Tornavoi

O que é e como funciona a tireoide?

A tireoide é uma glândula localizada no pescoço, na parte anterior. Ela produz e secreta os hormônios T3 (Triiodotironina) e T4 (Tiroxina) que servem para regular o metabolismo e distribuir energia para todo o corpo, pois, aumentam o número e tamanho das mitocôndrias, o que disponibiliza mais ATP para as células influenciando diretamente as funções de órgãos como cérebro, coração, rins e fígado. O iodo é um elemento fundamental para o bom funcionamento da tireoide, pois é responsável por sintetizar os hormônios. Caso ocorra alguma desregulação no funcionamento dessa glândula, pode haver a liberação insuficiente dos hormônios (hipotireoidismo), ou em excesso (hipertireoidismo).(Fonte: http://www.endocrino.org.br/

Tais hormônios atuam no aumento das seguintes ações do organismo:

*Consumo de oxigênio e, consequentemente, da taxa metabólica;
*Absorção de glicose, potencializando a ação da insulina;
* Eliminação do colesterol;
* Força de contração do coração e da frequência cardíaca;
* Estímulo da lipólise (eliminação da gordura) e da produção de GH (hormônio do crescimento, em crianças e adolescentes). (Fonte: TIREOIDE Revista Virtual – Dr. Jorge Bastos Garcia)  

É importante compreender que a secreção dos hormônios representa uma parte do processo de desempenho da tireoide, não abrangendo toda a complexidade do caminho desses hormônios no organismo; pode acontecer, por exemplo, um funcionamento inadequado do fígado, que muitas vezes não está saudável o bastante para converter os hormônios em ativos, de forma que o corpo possa utilizá-los.

Em situações de ocorrência de alguma enfermidade relacionada à tireoide – como o hipotireoidismo – a reposição hormonal pode não ser suficiente, caso não haja um acompanhamento integral do organismo do paciente; para isso, é necessário um tratamento que preconize todo o caminho dos hormônios tireoidianos, atentando-se para uma dieta rica em nutrientes que auxiliem em um bom funcionamento da tireoide, como é o caso do selênio (encontrado principalmente na castanha-do-Pará), que atua no fígado. Além disso, um bom tratamento médico deve abarcar o acompanhamento de outros hormônios que afetam as funções da tireoide, como os hormônios de estresse (corticotrofina), inibidores de processos importantes de ativação do T3.

O hipotireoidismo

 Quando a concentração de hormônios tireoidianos é reduzida no sangue, o corpo funciona mais lentamente, caracterizando o hipotireoidismo. É estimado que 5 milhões de brasileiros tenham a doença (além de tantos outros que ainda não descobriram o quadro). Alguns sintomas dessa disfunção são: ganho de peso, aumento no colesterol, depressão, intestino preso, desaceleração dos batimentos cardíacos, temperatura corporal abaixo de 36,5 graus Celsius, ressecamento da pele, sensibilidade ao frio, cansaço em excesso, dores musculares, menstruação irregular e queda de cabelo. Entre as principais causas estão a Tireoidite de Hashimoto (inflamação autoimune), a falta de formação da glândula tireoide (ainda na fase embrionária da vida) ou em decorrência de cirurgias de retirada parcial ou total da tireoide. As pessoas que estão mais sujeitas ao hipotireoidismo são mulheres (acima de 40 anos) e homens (acima de 65 anos), pessoas que têm colesterol alto, casos na família de Tireoidite de Hashimoto, portadores de outras doenças autoimunes (lúpus, diabetes tipo I, artrite reumatoide), pessoas com depressão ou síndrome do pânico e pessoas que já tiveram doenças da tireoide anteriormente.

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(Fonte:http://simoneoliveirapaiva.blogspot.com.br/2009/10/hipotireoidismo-o-que-mudar-na.html)  O medicamento mais utilizado para o tratamento do hipotireoidismo é a levotiroxina, administrada diariamente. No entanto, em um estudo feito por Okosieme e seus colaboradores, publicado em 2011, verificou que 37,2% dos pacientes testados não faziam uma reposição correta dos hormônios. Esse quadro ocorre por motivos de dosagem inadequada, baixa adesão ao tratamento ou ainda pelo uso de medicamentos que interferem na ação da levotiroxina. Entretanto, lançando um olhar mais atento à questão, é possível associar o significativo percentual de inadequação dos hormônios a déficits causados por uma alimentação pobre em nutrientes que auxiliariam no tratamento do hipotireoidismo. Um tratamento que prescreva cuidados funcionais voltados ao organismo, como um todo, deve levar em conta a importância da dieta para a saúde, do estilo de vida que o paciente leva e também de outros exames que consigam se atentar para sinais diversos do corpo – de modo a compreender melhor como a disfunção se manifesta e como ela afeta cada indivíduo. O medicamento, quando administrado sozinho, muitas vezes não é capaz de tratar. A chave para o equilíbrio está em uma visão ampliada de saúde. (Fonte:http://www.medcenter.com/home.aspx?pageid=34&langtype=1046&tax_id=287

Como seguir uma alimentação adequada ao tratamento do hipotireoidismo?

É fundamental o cuidado com algumas características pertinentes ao hipotireoidismo quando pensamos em alimentação. É sabido, por exemplo, que o estrogênio (hormônio encontrado tanto nas mulheres quanto nos homens) pode inibir a secreção de hormônios da tireoide; é importante evitar o excesso do estrogênio no organismo, diminuindo o consumo de alimentos como a soja. Substituir o óleo de soja por óleo de coco ou azeite de oliva é uma ótima opção. Açúcar, farináceos em geral e em especial os que contem glúten devem ser seriamente evitados. Alimentos que dificultam a absorção de iodoEstão associados ao hipotireoidismo, hipertireoidismo, tireoidite de Hashimoto, doença de Graves e câncer da tireoide. O cozimento reduz este efeito e comer uma quantidade moderada não causa problemas se a sua ingestão de iodo for suficienteLista destes alimentosCouve china; Couve de Bruxelas; Couve-flor; Mostarda; Brócolis; Repolho; RábanoCouve-rábano; Rabanetes; Couve nabiça; Nabos; Espinafre; Brotos de bambu; Amendoins; Soja; Lecitina de soja; Farinha de soja; Morangos; Pêssego; Peras; Pinhões; Leite de soja; Yuca (mandioca); Batata doce. 

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A alimentação orgânica deve ser buscada sempre que possível. A cenoura é um vegetal excelente na redução dos níveis de estrogênio, principalmente quando consumida crua. Os peixes são boas fontes de iodo, além de ômega-3, selênio e magnésio. Grãoscereais e sementes integrais também são grandes aliados da tireoide, fornecendo glicose de forma lenta. Atentar para a limpeza dos grãos antes do cozimento, colocando-os de molho na água com vinagre de maça para eliminar os fungos que são muito prejudiciais. O organismo necessita de minerais, nutrientes e vitaminas que são obtidos por meio da alimentação e da suplementação quando necessário. Vitamina D, zinco, vitamina A, iodo e selênio são essenciais no combate ao hipotireoidismo, assim como a quantidade certa de carboidratos, pois, quanto maior o consumo de carboidratos, maior a demanda da tireoide.Estudos têm mostrado que o selênio protege contra os efeitos tóxicos do iodo e impede o desencadeamento da doença autoimune, que o excesso de iodo sem selênio pode causar. Além de dar suporte a produção adequada do hormônio tireoidiano e manter o metabolismo eficiente.

Supplemental selenium alleviates the toxic effects of excessive iodine on thyroid. Xu J, Liu XL, Yang XF, Guo HL, Zhao LN, Sun XF. Biol Trace Elem Res. 2011 Jun;141(1-3):110-8. doi: 10.1007/s12011-010-8728-8. Epub 2010 Jun 2.

 A suplementação destes nutrientes deve ser feita por um medico habilitado a formular corretamente as quantidades necessárias de forma individualizada.

Cuidados com a saúde do fígado são indispensáveis, pois ele é responsável por inúmeros processos que afetam a tiroide. Evitar a alta exposição a toxinas (álcool, cafeína, entre outros) é importante; a ingestão deágualimãochá verdealhonozes, entre outros alimentos, auxilia a limpar o fígado. Também é indicado que se evite o consumo de gorduras poliinsaturadas (óleos de soja, milho, canola, girassol, amendoim entre outros), substituindo por azeiteóleo de coco ou manteiga (gorduras saturadas promovem uma função tireoidiana saudável). Escolher proteínas de boa qualidade (carne bovina magrapeixeovoquinoa, por exemplo) é melhor do que consumir soja e WheyProtein em excesso. Por fim, equilibrar os níveis glicêmicos também é fundamental para a saúde.

Uma boa estratégia para evitar o doce e o açúcar é a ingestão de frutas especialmente boas para o bom funcionamento da tiroide como: Coco, kiwi, abacate, banana e maçã.Outros componentes essenciais ao tratamento

Somados à boa dieta, outros fatores auxiliam no tratamento do hipotireoidismo. Gerenciar os níveis de estresse ao longo do dia é importante – sabemos que é impossível eliminar o estresse completamente, afinal ele é um elemento inerente à sobrevivência humana e também à sociedade em que vivemos – mas controlar o estresse ajuda a não sobrecarregar o corpo. Isso pode ser feito por meio de planejamentos durante a rotina, de modo a organizar todas as tarefas a serem feitas, e também do equilíbrio dos níveis de açúcar e de sódio no sangue por meio da alimentação.

A prática de exercícios físicos deve acontecer de maneira equilibrada, sem grandes excessos. Aeróbica intervalada e atividades como o Yoga e o Tai Chi são conhecidas como aliadas da qualidade de vida. Manter o sono em ordem também é uma boa ideia e as atividades de relaxamento e alongamento podem contribuir muito para este fim.Como podemos perceber o segredo para o tratamento do hipotireoidismo está muito além do consumo de medicamentos como a levotiroxina, se amplia para o cuidado integral do corpo e para a atenção aos processos que nos mantêm vivos e saudáveis.