Drª Márcia Tornavoi
Médica Nutróloga
CRM 58771
RQE 40397

Drª Márcia Tornavoi 
Médica Nutróloga 
CRM 58771
RQE 40397

Categorias
Medicina Integrativa Nutrologia Clinica Saúde integral

Como toxinas, infecções e permeabilidade intestinal estão favorecendo a epidemia de doenças autoimunes – Drª Marcia Tornavoi

A autoimunidade é um processo complexo que pode ser influenciado por uma variedade de fatores, incluindo genética, ambiente e estilo de vida.
A doença autoimune acontece quando o sistema imune confunde órgãos e outras partes do corpo com células ruins.

Está se tornando cada vez mais prevalente, afetando cerca de 300 milhões de pessoas em todo o mundo.
Como uma das áreas de doenças crônicas que mais cresce, mais e mais pessoas estão buscando ajuda para descobrir o que está causando seus sintomas.

A abordagem médica convencional muitas vezes falha em identificar a causa raiz das condições autoimunes, deixando os pacientes dependentes de drogas imunossupressoras ou embarcando em uma extensa jornada em busca de respostas.

Portanto é preciso investiga a fundo por que houve esta explosão tão grande de doenças autoimunes e como certos fatores em nossa sociedade moderna – como metais pesados, pesticidas, má alimentação e estresse crônico – poderiam ser os culpados.

A má alimentação – fast foods – excesso de alimentos pró-inlfamatirios levam ao mal funcionamento da permealbiludae intestinal.
O nosso intestino tem uma parede como se fosse uma peneira. Que separa o que deve seguir no intestino e ir para fezes, e o que deve seguir para a corrente sanguínea.

Nosso corpo é muito inteligente e consegue fazer essa seleção de maneira natural. O grande problema é que alimentos inflamatórios, causam aberturas na parede do intestino, assim, ele perde o controle do que está sendo encaminhado para a corrente sanguínea e grandes proteinas ou toxinas passam para o sangue estimulando uma reação inflamatoria que vai comprometer inumeros orgãos e sistemas provocando as doenças.

Embora não haja uma única toxina ou substância que possa ser responsável pela autoimunidade, algumas podem contribuir para o desenvolvimento ou exacerbação das mesmas. Alguns exemplos de incluem:

Metais pesados – como chumbo, mercúrio e cádmio, que podem danificar as células do sistema imunológico e aumentar a produção de autoanticorpos. Estes metais são encontrados em muitos produtos comuns, incluindo alimentos contaminados, água e produtos de cuidados pessoais.

Produtos químicos industriais – Plásticos que contêm produtos químicos tóxicos como os PCBs (bifenilos policlorados) e os ftalatos, e podem interferir na função dos linfócitos T e B e levar à produção de autoanticorpos.

Pesticidas – como o DDT e os organofosfatos, que podem causar desregulação imunológica e aumentar a produção de autoanticorpos.

Herbicidas, solventes e aditivos alimentares, podem causar danos ao sistema imunológico e contribuir para a autoimunidade.

Antibióticos, especialmente os de amplo espectro usados indiscriminadamente.

Meu trabalho é alertar os pacientes sobre estas possibilidades ambientais e de estilo de vida que agravam os sintomas e contribuem para a evolução das doenças autoimunes.

Implementar protocolos de reposição de bioativos e nutrientes. Orientar dietas e o estilo de vida, promover saúde mental e gerenciar o controle do estresse, colocando as coisas em perspectiva para encontrar o que funciona melhor para cada caso.

Assim juntos conseguimos aliviar os sintomas e minimizar a evolução destas doenças que por vezes são muito sofridas e limitantes.

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Drª Marcia Tornavoi – Médica Nutróloga – CRM 58771 – RQE 40397
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Os probióticos podem ajudar a melhorar o humor e a função cognitiva – Drª Marcia Tornavoi

Hoje ja contamos com inumeras pesquisas mostrando que o intestino e o cérebro estão conectados, uma parceria chamada eixo intestino-cérebro. Os dois estão ligados por meio de sinalização bioquímica entre o sistema nervoso do trato digestivo, chamado sistema nervoso entérico, e o sistema nervoso central, que inclui o cérebro. A principal conexão de informação entre o cérebro e o intestino é o nervo vago, o nervo mais longo do corpo.

O intestino tem sido chamado de “segundo cérebro” porque produz muitos dos mesmos neurotransmissores que o cérebro, como serotonina, dopamina e Ácido gama-aminobutírico (GABA), todos os quais desempenham um papel fundamental na regulação do humor. De fato, estima-se que 90% da serotonina seja produzida no trato digestivo.

O que afeta o intestino geralmente afeta o cérebro e vice-versa? Quando seu cérebro detecta problemas – a resposta de lutar ou fugir – ele envia sinais de alerta para o intestino, e é por isso que eventos estressantes podem causar problemas digestivos, como nervosismo ou dor de estômago. Por outro lado, surtos de problemas gastrointestinais, como síndrome do intestino irritável (SII), doença de Crohn ou constipação crônica, podem desencadear ansiedade ou depressão.

O eixo cérebro-intestino também funciona de outras maneiras. Por exemplo, seu intestino ajuda a regular o apetite dizendo ao cérebro quando é hora de parar de comer. Cerca de 20 minutos depois de comer, os micróbios intestinais produzem proteínas que podem suprimir o apetite, o que coincide com o tempo que muitas vezes leva para as pessoas começarem a se sentir satisfeitas.

Como os probióticos podem se encaixar no eixo intestino-cérebro?
Algumas pesquisas descobriram que os probióticos podem ajudar a melhorar o humor e a função cognitiva e diminuir o estresse e a ansiedade.
Por exemplo, um estudo publicado pela Frontiers in Aging Neuroscience descobriu que pacientes com Alzheimer que tomaram iogurtes feito com quatro espécies de bactérias probióticas por 12 semanas obtiveram melhores resultados em um teste para medir o comprometimento cognitivo em comparação com aqueles que não tomaram .

E um pequeno estudo relatado na revista Gastroenterology descobriu que as mulheres que comeram iogurte com uma mistura de probióticos duas vezes ao dia durante quatro semanas ficaram mais calmas quando expostas a imagens de rostos com raiva e medo em comparação com um grupo de controle.
As ressonâncias magnéticas também descobriram que o grupo do iogurte tinha menor atividade na ínsula, a área do cérebro que processa as sensações internas do corpo, como aquelas que emanam do intestino.
Os probióticos podem não apenas contribuir para um intestino mais saudável, mas também um cérebro mais saudável.

Não deixe para depois. Agende agora mesmo sua consulta e vamos caminhar juntos nesta jornada de recuperação, reparo e renovação de uma vida com mais saúde e alegria!

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